Deficientes Mergulhadores.

Fala galera, blzz ?
Desculpem mas esta semana o blog esta meio parado.
Estou na correria aqui no trabalho, me curando de uma pequena gripe e indo mergulhar amanhã em Ilha bela valendo minha certificação de Rescue Diver. Logo mais posto fotos e notícias sobre este mergulho…

Mas vamos ao que interessa, hoje vou postar uma matéria interessante que achei na internet sobre mergulhadores deficientes físicos. São projetos que focam ex soldados feridos de várias guerras e através do mergulho diversas ongs estão reabilitando e trazendo a alto estima destes homens de volta….Vale Apena conferir.

SOLDADOS SUBMERSOS

Aspen geralmente nos remete a neve e esqui, nada sobre mergulho certo? Errado! Lá acontece um dos trabalhos mais nobres que já pude ouvir falar, algo que interessa demais em especial a minha esposa, o trabalho voluntário com deficientes físicos.
Durante o inverno a o mergulhador capacitado

 

William White juntamente com uma equipe da National Disabled Veterans Winter Sports Clinic, retired U.S. Marine e a  Handicapped Scuba Association (HSA)

Cuida em sua piscina de dezenas de veteranos que foram vitimas de suas guerras. Amputados, veteranos das Guerras do Golfo partilham com White a maravilha de um mergulho e juntam-se a eles outros veteranos do Afeganistão, Vietnã, Coréia e até mesmo da 2º Guerra Mundial.A clínica, uma das diversas ao redor do país, se destina a cuidar de soldados feridos e veteranos de guerra com uma variedade de esportes. A idéia é tornar a reabilitação mais fácil através de atividades recreativas e o ambiente de mergulho é único em sua experiência libertadora, diz White. Para muitos, o sentimento de liberdade que o mergulho prevê é um passo importante na luta contra a dor e a frustração da perda de membros, lesão medular, lesões cerebrais e outras deficiências.

White recorda um colega veterano, amputado em três lugares, que entrou na água cético sobre o mergulho, mas depois de uma manhã de viagens pelo fundo do mar, surgiu sorridente e confiante. “Essas pessoas têm um momento difícil em terra”, diz White. “Você apenas os recebe bem na água e eles vão longe.”

Além destas clínicas vários grupos de mergulho sem fins lucrativos oferecem aos Americanos feridos e veteranos a oportunidade de experimentar o mergulho. Mas a complexidade médica e a privacidade de movimentos que estão em jogo fazem com que estas organizações necessitem cada vez mais de ajuda e espalhar pelo mundo suas atividades. Com isso em mente, estamos desenvolvendo três programas que estão ajudando soldados a descobrirem o mergulho ao longo da vida. “Leia as notícias em nosso site e você ficará inspirado e assim se você souber de algum soldado que possa ser beneficiado, entre em contato conosco e iniciamos o processo” Diz White.

Diveheart Military Wounded

 

Susan Walker, uma mergulhadora de Chicago cujo o filho é um mergulhador da marinha americana, fez parte de uma equipe que estava na guerra no Iraque. Nesses tempos ela acabou encontrando o fundador da Diveheart, Jim Elliott que estava com um grupo de mergulhadores com deficiência em uma pedreira local. Leu sobre Elliott’s e aprendeu que aquele rapaz estava formando um grupo que ajudava pessoas com ferimentos de guerra, Walker decidiu imediatamente que iria ajudar Elliot e então a  Diveheart Military Wounded nasceu.”Eu queria fazer mais, e eles não vão deixar-me ir de novo a guerra e lutar”, disse Walker. Ao invés disso, ela está colocando soldados feridos na piscina. Concatenando grupos de terapeutas e veteranos para espalhar os ideais da Diveheart, Walker em pouco tempo dava a seus primeiros cinco veteranos de Hines VA Hospital a fantástica experiência do mergulho. Enquanto Walker trabalha com soldados feridos perto de Chicago, suas bases de 15 voluntários estão incentivando a lojas de mergulho em todo o país a terem instrutores-HSA certificados e ajudare nos projetos com os veteranos, dar-lhes uma experiência do mergulho e para os que desejam, ajudar a obter certificações de mergulho.

A DiveHeart tem seguido este modelo desde que foi fundada em 2001. Inspirado por seu pai (um veterano deficiente da Segunda Guerra Mundial) e sua filha (que nasceu cega), Elliott viu a necessidade de uma boa relação custo-consultor das lojas de mergulho livre em todo o país, incentivou amigos a se tornarem instrutores mergulhadores-HSA, e assim promovendo oportunidades de mergulho para pessoas com deficiência. “Nós apenas queremos que deficientes possam mergulhar também”, diz Elliott. Trabalhar com soldados feridos é uma extensão natural do seu trabalho, e veteranos de guerra são muitas vezes os primeiros a abraçar o mergulho. “Eles são soldados. Não se assustam com qualquer coisa, tem boa coordenação, tem tudo para serem bons mergulhadores.

Guerreiros Submersos

Robert Shrode era um garoto de 27 anos de idade de  Mississippi. O 9 de Setembro mudou tudo para ele. Ele entrou para o Exército que foi enviado ao Iraque. Ele passou por Najaf, Karballa, Mosul, Falluja e Bagdá antes de seu Hummervee ser atacado em uma emboscada e ele perder o seu braço direito. Depois de um ano na reabilitação e de volta para Fort Campbell, Ky., Shrode obteve uma chamada falando sobre a oportunidade de experimentar o mergulho com o grupo Guerreiros Submersos. Hoje ele é Advanced scuba water dive e esta completando o seu curso de rescue diver.Os guerreiros submersos cresceram a partir dos esforços de Nancy MacPherson, uma mergulhadora e instrutora do Tennessee. Um pouco mais de um ano atrás, ela encontrou tantos soldados feridos voltando do Iraque para Fort Campbell, perto de sua casa, que decidiu fazer algo para a Comunidade Blanchfield Hospital e então convenceu um a um a deixar o seu posto de soldado ferido pra tornarem-se os guerreiros submersos. Agora com uma piscina baseada em Fort Campbell, ela e vários outros voluntários fazem o Discover Scuba para os soldados feridos e seus familiares, a maioria dos quais ainda estão em terapia. Eles já viram cerca de 20 soldados feridos conseguirem certificação de mergulho, incluindo um grupo de cinco que foram para Cayman atrás de águas quentes para mergulhos de certificação

Durante seu tempo na ilha, O Soldado Shrode perseguiu barracudas, e viu um Tubarão-martelo nadando a distância. “Mergulho lhe dá muita liberdade. “Não há nenhuma desvantagem quando se esta debaixo da água, todos são iguais”, diz ele. Seus conselhos aos outros feridos veteranos: “Mantenha sua cabeça para cima. Não deixe que o seu problema pare você. Antes de tudo isso, eu não sabia que iria gostar do mergulho. Mas hoje eu não sei mais viver sem. Encontrem algo que amem. Aprendam a mergulha. ”

JD Greer, um aposentado de Green Beret que perdeu um braço, ouviu falar tanto sobre seus colegas veteranos e as viagens Submarinas dos Guerreiros que ele planeja continuar com certificações para divemaster e instrutor e em seguida, promover mergulho de reabilitação para veteranos feridos. “Com a minha lesão e a minha atitude, penso que posso fazer alguma coisa para lhes dar alguma esperança”, diz Greer.

MacPherson chama os Guerreiros de “uma mente, corpo, espírito do programa” é um “verdadeiro impulso para o bem estar.” Ela ressalta a importância de programas como o dela para soldados que estão motivados, mas precisam de um impulso. “Quando você está centrado na sua respiração, você não pode incidir sobre a negatividade em sua vida”, diz MacPherson.

MacPherson tem a mesma opinião para famílias de veteranos.
“Isso ajuda para que todos entendam o soldados ferido e sintam-se melhor com ele e felizes por ele estar conseguindo algo que realmente só depende do seu próprio esforço”

Para saber mais sobre esses projetos:

 

 

 

 

 

 

 

 


http://www.hsascuba.com/ 

 

 FONTE:Jennie Lay

 

Grande abraço a todos e bons mergulhos.

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Um alerta para Instrutores de Mergulho

Um texto que serve como dica para todos os amigos mergulhadores, sejam profissionais ou não, vale a pena ficar atento.

Um alerta para Instrutores de Mergulho
 
Os incidentes aqui descritos são reais. Os nomes das localidades e das pessoas foram alterados ou apagados.

Maria, uma professora de meia-idade, foi certificada como mergulhadora a muitos anos, porém durante este tempo fez muito pouco mergulho. Seu namorado, George, foi certificado em sala de aula como mergulhador de águas abertas, no dia do seu checkout Maria acompanhou o namorado afim de mergulhar enquanto ele fazia os treinamentos básicos. O local de mergulho era excelente e calmo, protegido de ondas e o tempo garantia tranqüilidade e águas quentes.

Maria foi para o local sem uma dupla qualificada, estava com ela apenas seu namorado que estaria ocupado com os exercícios. George e dois instrutores, Fred e Sally, disseram-lhe que era necessário para ela mergulhar encontrar um amigo. Os dois instrutores disseram que não poderiam esta com ela, pois estariam ocupados com os alunos e a primeira obrigação dos instrutores era a certificação dos alunos. Uma dupla de mergulhadores certificados ofereceu companhia a ela, mas Maria recusou a oferta. Durante o briefing, o capitão do barco perguntou a todos os mergulhadores se precisavam de uma dupla, Maria não respondeu.

O Mergulho.
Fred entrou na água e foi para o fundo de esperar que os alunos, ao mesmo tempo em que Sally supervisionava a entrada dos mesmos. Quando todos estavam na água, desceram e juntaram-se a Fred. Durante 30Min executaram sem problemas todos os exercícios básicos.
Mary aparentemente entrou na água por conta e risco e com a intenção de juntar-se ao grupo para assistir o exercício. No final do mergulho de treinamento foi descoberto que ela estava desparecida. Após cerca de 90 minutos de busca, foi encontrada nas proximidades  do local e no fundo, em águas rasas, o seu tanque estava quase completo, máscara em torno de seu pescoço e pouco ou nenhum ar em seu BC. Observou-se também que ela estava absolutamente com excesso de lastro.

Final e Ação Legal
A família de Maria processou o dono do barco, os instrutores e a loja de mergulho que patrocinou o passeio. As acusações incluíam:
1) A incapacidade de redistribuir os mergulhadores e formar duplas ou grupos.
2) A incapacidade de fiscalização de todos os profissionais.
3) A falta de cuidado e consideração por todos os mergulhadores.
4) A falha na busca e salvamento (rescue).

Um júri considerou os instrutores responsáveis por 50 por cento da morte de Maria e a própria Maria 50 por cento responsável.

Entre as coisas que complicaram o julgamento estão:

O dono do barco de mergulho foi completamente inocentado, pois Maria assinou um termo que isentava o barco e seu dono em caso de qualquer acidente. Para os instrutores havia um documento parecido onde Maria deveria assinar, mas não foi assinado por ela.

Diante da não assinatura deste documento, o juiz não permitiu que fosse evidência o fato de que Maria tinha sofrido tratamento psiquiátrico, utilizava medicação e estava propensa a entrar em pânico.

Mergulhadores especialistas ouvidos no caso afirmaram que é possível e necessário que todos os instrutores envolvidos em uma operação estejam sempre em alerta (checando por sinais ou verbalmente) a condição de posição de todos os alunos. Antes de descerem e iniciarem o treinamento deveria ter olhado ao redor e no barco para certificarem-se de que não havia ninguém na água sozinho e/ou com problemas e só então iniciarem a descida.

Em virtude disso a defesa foi incapaz de convencer o júri que o afogamento foi à causa da morte, e não a causa do acidente.
Muito provável que Maria estava (através de um médico) inapropriada para mergulho e que uma arritmia levou à sua morte.

Casos como esses deixam claro duas coisas:
1) Simples erros como o de não preenchimento adequado de termos de responsabilidade e checagem de condições de mergulho do aluno podem fazer como que um caso seja totalmente levado contra o instrutor.

2) Que não se deve permitir mergulhos de turismo durante um curso, a menos que existe número de instrutores e divemaster suficientes para isso.
E também que o instrutor deve fazer com que cada mergulhador assine um regulamento comprometendo-o a seguir todo o plano de mergulho dado em briefing, removendo qualquer culpa do instrutor caso o mergulhador siga de forma negligente.

Lições para a Vida
Você deve mergulhar somente quando clinicamente, fisicamente, mentalmente e emocionalmente apto.

Se você escolher a mergulhar por si só, deve assumir a responsabilidade por si próprio, ser auto-suficiente. Saiba que se você tiver uma emergência médica enquanto que por si só, não haverá ninguém para ajudar você.

Caso você tenha uma urgência que não pode ser resolvido debaixo da
água, volte para a superfície e peça por ajuda.

Mergulho é muito mais fácil e mais seguro se você ajustar seus pesos e equipamentos antes de iniciá-lo e sempre em dupla ou grupo.

10 mitos sobre o mergulho.

Obrigado por todos que participaram com opiniões sobre a Red&Black TV para mergulhadores.
Você ainda pode ajudar…Leia o tópico anterior a este.
Obrigado e grande abraço.
10 Mitos sobre o mergulho.

Mito: Mergulho, aquele esporte sem emoção que é coisa de avô.

Verdade: Se você acha que não mergulho não é ou não pode ser um esporte de ação, cuidado, respeito é bom e conserva o seu ar.
Claro, muita gente nunca vai além de águas tranqüilas e de peixes que vem brincar com o cordão do seu shorts enquanto você faz um snorkel bem tranqüilo. Mas se você for mais além e conquistar suas carteirinhas de mergulho, algo como Mergulhador de Naufrágio, Mergulhador de resgate e etc, você poderá tornar o mergulho um esporte muito radical. Tente mergulhar em águas com correntezas e experimente a emoção de saltar com o barco em movimento no exato momento que o comandante mandar e se você bobiar e passar do ponto, adeus mergulho. Precisa de mais? Mergulhe e vá alimentar os tubarões, explore uma caverna, faça mergulho profundo em alguma plataforma de petróleo, mergulho no interior de um naufrágio da segunda guerra e esteja frente a frente da história, nade abaixo das camadas de gelo da Antártida e etc..
Estas são apenas algumas das experiências que mergulhadores e somente mergulhadores podem ter. Mas você precisa construir todas essas possibilidades, estude, façam os cursos, mergulhe e obtenha experiência para aproveitar tudo o que o mergulho oferece.

Mito: Mergulho é só para as pessoas que vivem nos trópicos
 
Verdade: Com certeza para quem mora na praia ou perto dela o mergulho é algo muito bacana. Porém não é reservado somente a essas pessoas.

 

Por conta disso temos no mundo todo mergulhos que são espetaculares mesmo em lagos ou grandes represas.

Aqui no Brasil temos mergulhos fantásticos em Bonito, por exemplo.

Com certeza mergulho não é questão de morar perto da praia, é questão de procurar informações sobre o local onde você mora, para tanto procure o dive-center mais próximo de sua casa, com certeza eles vão informar sobre os pontos de mergulho mais próximos.
Mito: Existem tubarões no oceano que comem mergulhadores. Vi isso em um filme.
 
Verdade: Não diga, viu em Hollywood?
Os registros sobre tubarões vs mergulhadores é bastante pequeno: Tubarões simplesmente não têm como hábito comer mergulhadores e nem carne humana em geral. Exceto em determinadas condições e ambientes, nem sequer nos atacam ou coisa do tipo. Vamos olhar isto a partir de do ponto de vista de tubarão. Você esta nadando tranquilamente atrás de uma tartaruga para comer, sua visão não é muito boa e você, um tubarão, esta na área de arrebentação aonde a água é muito turva e por isso de baixa visibilidade, você olha para o alto e assim enxerga algo meio estranho, com duas patas, o casco no meio e outros duas patas um pouco menores, você não pensa duas vezes e ZAZZZZ, num ataque rápido morde para poder reconhecer aquilo. O gosto é horrível, nada parecido com o que você come e é carne humana.

E é por isso que surfistas sofrem ataques de tubarões e mergulhadores não, além de parecer uma tartaruga para o tutu, surfistas estão em uma região aonde a água é geralmente turva o que atrapalha o tubarão que já enxerga mal por natureza. Vendo-se nesta situação ele costuma a mandar uma mordida de reconhecimento, apenas para saber se aquilo trata-se de alimento para ele, o resto você já sabe, uma mordida de um tubarão se não matar na hora vai ocasionar um briga entre as duas feras, tudo por que quem leva a mordida com certeza vai revidar o ataque para se proteger e nessa o tubarão acha que esta sendo atacado e então a coisa se complica.
Mergulhadores geralmente estão em águas claras, calmas, quando o tubarão vê aquela figura cheia de trololós que ficam pendurados e brilham no escuro ele somente da meia volta e vai embora, dificilmente vai atacar alguém somente por atacar. Como disse um professor meu em uma aula, o único animal que ataca e machuca outra coisa por prazer esta dentro desta sala de aula.

Por isso, nunca deixe de mergulhar e de conhecer essas criaturas com sua beleza e majestade de perto. Hoje em dia, diversos lugares fazem encontros entre tubarões e mergulhadores, claro que isso feito com um enorme cuidado, a Austrália é um desses lugares, aonde você pode inclusive alimentar os bichos com as mãos. Só assim mesmo para compreender e entender esses enormes e espetaculares animais.
 
Ainda não convencido? Deixe-me dar-lhe alguma coisa para preocupar-se: O seu cachorro. Sim, por trás desses inocentes olhos existe também um coração de predador sangue frio que é estatisticamente muito mais perigoso do que qualquer tubarão. De acordo com registros de diversas salas de emergência ao redor dos EUA, “o melhor amigo do homem” matou 27 pessoas e feriu ou mutilou 4,7 milhões de pessoas em 2005, enquanto os tubarões segundo o International Shark Attack File, atacaram fatalmente apenas quatro pessoas em todo o mundo no mesmo Período de, num total de 58 incidentes registrados. Com base nessas chances, você está mais seguro dentro da água no oceano do que saindo para correr na rua.

Mito: Eu tenho que comprar uma tonelada equipamentos para mergulhar.
 
Verdade: Você precisa de três itens básicos para começar as aulas – uma máscara, um snorkel e um par de nadadeiras. Estes são itens pessoais e que necessitam de um bom encaixe para você é o que vale comprar no principio. O resto você pode alugar no seu dive center.

 

Ou comprar ao decorrer do tempo caso você que se tornar, digamos, mais “pro” no mergulho.
Para inicio imediato, apenas para curtir umas férias, os materiais acima são os necessários.
Mito: Você tem de ser um nadador olímpico para ser mergulhador. 

Verdade: Claro, ser um bom nadador faria você sentir-se mais seguro e tranqüilo na água, tanto pelo psicológico quanto pela forma física, porém é necessário somente uma mínima condição física, caso você seja sedentário total, vale a idéia passar no médico e fazer alguns exames de praxe para sua própria segurança.

Mergulho é uma atividade desportiva e quanto melhor sua forma, melhor o seu desempenho, porém qualquer indivíduo saudável com, pelo menos, um nível médio pode fazê-lo. Este mito é, provavelmente, alimentado pelo fato de que há um teste de natação em determinados cursos de mergulho. Você precisa ter a resistência a nadar cerca de 200 metros sem parar, mas não há um limite de tempo e não é uma corrida. O instrutor também precisa saber que você tem habilidades básicas na água e que você sente-se confortável com o rosto abaixo dela.
É isso aí. E quando você considerar que existem mergulhadores idade de oito a 80 anos que passaram neste teste de aptidão física, vai entender que mergulho é para todos.
Claro que sair do sofá e ir para uma academia se cuidar não é exigência do mergulho, mas mesmo assim faça, não somente para mergulhar mas também para cuidar do seu corpo e de sua vida.

Mito: Mergulho é um esporte machista, não é do sexo feminino.
Nem cabe comentários em algo assim…

 

MULHERADA, GO DIVE !!
Mito: A certificação é cara.

Verdade: Poxa, vamos a uma conta fácil.
Você deseja ir jantar com sua namorada.
O jantar deve ficar na casa dos R$100,00
Depois, decidem pega um cineminha.
O cinema para os dois deve ficar na faixa de R$40,00.
Mais as pipocas para os dois R$25,00.
Assistem o filme e então temos mais R$20,00 do estacionamento e mas X pelo combustível.
Fora se alguns amigos ligarem para vocês e marcarem de pegar um barzinho ou uma balada.
Amigo, você já tem um fim de semana de mergulho pago.
Não precisa ir para Cancun ou Bahamas, vá para Ilha Bela, Parati e tantos outro lugares próximos de sampa ou da cidade aonde você mora.
Além de ser um programa diferente, com certeza vai ser mais bacana do que passar o fim de semana em balada e barzinho, não que eu esteja criticando, mas variar as vezes cai bem pra caramba.

Mito: Eu tenho problemas médicos, não posso mergulhar.
Verdade: Por que não obter uma segunda opinião?
Médicos são extremamente cautelosos, procure sempre uma segunda opinião, não somente de médicos, mas também de médicos que sejam mergulhadores. Aonde encontrar esse tipo? Fácil, na DAN – DIVERS ALERT NETWORK – www.dan.org

Fale com especialistas sobre os seus problemas e eles vão ajudar você no que for preciso.

Mito: Snorkeling é tão bom quanto o mergulho
 
Verdade: Não me interpretem mal. Gosto de snorkel – flutuando sobre a superfície, calmo, tranqüilo.
Mas se você gosta de ação, afunde com seu equipamento.
Snorkeling é como ver uma partida de futebol do dirigível da Goodyear.
O legal é estar lá embaixo, viver aquelas coisas todas, curtir poder ficar mais tempo lá embaixo aproveitando toda aquela natureza.
Enquanto a galera esta olhando lá de cima, você curte tudo bem de perto.
É outro esporte praticamente, outra vida…

 

Conheça e aproveite.
É isso ae galera…
Um grande abraço para todos vocês e bons mergulhos.

 

 

Red&Black TV – Tv para mergulhadores

Fala galera, blzz ?
Dentro de pouco tempo (ainda não sei quanto exatamente) vai estar entrando no ar a Red&Black TV, pois bem e dai?
A Red&Black TV é uma idéia minha com parceria da minha esposa e alguns amigos, é um canal de TV somente para mergulhadores. Não é um canal como aqueles que estamos acostumados a ver na discovery (não estou criticando, até porque gosto muito dos programas) mas não é um programa de viagens mostrando maravilhas do mundo e imagens lindas do fundo do mar, a idéia da Red&Black TV é fornecer informações sobre os bastidores do mergulho.
Como vivem de verdade os mergulhadores?
Como funciona a carreira?
Quanto gastamos com equipamentos?
Aonde buscar melhores preços?
O que oferecem as escolas de mergulho?
Os equipamentos que devemos comprar e os equipamentos que podem esperar?
Salários, aonde trabalhar e etc…

Enfim, essas e muitas outras perguntas serão respondidas em programas especiais.
Fora isso, teremos entrevistas com mergulhadores experientes que vão nos dar dicas sobre tudo o que seja pertinente ao mergulho.
Enfim, é uma idéia inovadora que já esta me dando muito trabalho, porém conto com vocês que podem opinar através do blog ou pelo próprio video (quando estiver no ar) e podem começar desde agora.

No primeiro programa iremos abordar o que é exatamente a Red&Black e qual a nossa idéia para o mercado do mergulho.
Também falaremos sobre o plano de carreira, cada programa iremos falar de um curso e começamos claro pela escolha do plano e pelo curso básico.
Se vocês tiverem mais idéia para o primeiro programa, por favor falem aqui pois o roteiro ainda esta sendo montado por mim.

É isso ae galera, contamos com a ajuda de vocês e através dessas ações iremos melhorar cada vez mais nossa comunidade do mergulho.
Nada de enrolação, aqui o negócio vai ser falar do que interessa e claro, sem comerciais uhauhauha..

Grande abraço a todos e aguardo o contato de vocês.

PS:Caso prefiram, existe um link no canto superior direito onde você pode encontrar meu email e orkut, caso queira opinar ou até mesmo participar do projeto, fale comigo por esses meios.
rafael@redblackdivers.com

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Carta aos Mergulhadores

Carta aos Mergulhadores
“Como todos os seres humanos, nascemos no coração da mãe-terra. Temos braços e pernas, respiramos oxigênio que entra em pequenos pulmões. Passamos grande parte da nossa vida na posição vertical que nos dá uma maior autonomia e conforto na terra. Vistos superficialmente somos iguais a todos os seres humanos.
Mas analisando um pouco mais fundo, alguma coisa nos faz diferente. Nascemos com os olhos acostumados ao azul das águas. Temos um corpo que anseia pelo braço do mar e, um pulmão que aceita grandes privações de ar apenas para prolongar a nossa vida no mundo azul.
Somos homens e mulheres de espírito inquieto. Buscamos na nossa vida mais do que foi dado. Passamos por grandes provas para nos aproximar dos peixes. Transformamos nossos pés em grandes nadadeiras, seguramos o calor do nosso corpo com peles falsas e chegamos até a levar um novo pulmão em nossas costas. E tudo isto para quê? Para podermos satisfazer uma paixão, um sonho. Porque nós, algum dia, de alguma forma, fomos apresentados a um mundo novo. Um mundo de silêncio, calma, mistério, respeito e amizade. E esta calma e silêncio nos fizeram esquecer da bagunça e agitação do nosso mundo natal. O mistério envolveu nosso coração sedento de aventura.
O respeito que aprendemos a ter pelos verdadeiros habitantes desse mundo. Respeito esse que, só depois de ter sentido a inocência de um peixe, a inteligência de um golfinho, a majestade de uma baleia ou mesmo a força de um tubarão, podemos compreender.
E a amizade. Quando vamos até o fundo do mar, descobrimos que ali jamais poderíamos viver sozinhos. Então levamos mais alguém. E esta pessoa, chamada de dupla, companheiro ou simplesmente amigo, passa a ser importante para nós. Porque, além de poder salvar nossa vida, passa a compartilhar tudo que vemos e sentimos. E em duplas, passamos a ter equipes, e estas passam a ser cada vez maiores e mais unidas. E assim entendemos que somos todos velhos amigos mesmo que não nos conheçamos. E esse elo que nos une é maior que todos os outros que já encontramos
E isso faz com que nós mais do que amigos, sejamos irmãos. Faz de nós, mergulhadores.”Jacques Yves Cousteau